Terça-feira, 17 de Março de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Economia Terça-feira, 17 de Março de 2026, 16:30 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Terça-feira, 17 de Março de 2026, 16h:30 - A | A

Fitch: conflito no Irã aumenta riscos ao crescimento e ao crédito dos mercados desenvolvidos

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

Um conflito prolongado no Oriente Médio pode criar novos desafios de crédito para os soberanos de mercados desenvolvidos na Europa e na Ásia, principalmente por meio de custos mais altos de energia e empréstimos, aumento da inflação e crescimento econômico mais fraco, afirma a Fitch Ratings.

Em relatório, a agência de classificação de risco aponta que medidas de apoio fiscal para amortecer o impacto sobre famílias e empresas podem pesar sobre o déficit orçamentário e as trajetórias da dívida governamental, enquanto as condições de financiamento podem se tornar menos favoráveis se o sentimento de risco se deteriorar. "Soberanos com dívidas mais altas e déficits estruturais, e aqueles enfrentando piores trocas entre inflação e crescimento, são mais vulneráveis a um choque sustentado", alerta.

O cenário-base da Fitch prevê que os preços do petróleo Brent permaneçam próximos aos níveis atuais até março, antes de cair para uma média de US$ 70 por barril em 2026.

Nas simulação da agência, os riscos de inflação são mais agudos na Itália, Reino Unido, Japão e França entre os grandes mercados desenvolvidos, dada a composição de seu suprimento de energia.

Já o impacto adverso no crescimento econômico é maior para a Coreia do Sul, Japão, Reino Unido e Itália, refletindo um impacto maior no consumo das famílias, à medida que os custos mais altos de energia e transporte corroem a renda real.

Entre os países desenvolvidos menores, o impacto no crescimento varia mais amplamente, segundo a Fitch, com os maiores efeitos em partes da Europa Central e Oriental, incluindo os Estados Bálticos e a Eslovênia, bem como Taiwan. "Na Europa Ocidental, a Noruega é o único país isolado, refletindo sua posição de exportador de energia e termos de troca mais fortes sob preços mais altos de hidrocarbonetos", acrescenta a análise.

(Com Agência Estado)

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão. 

 

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros