O movimento é coerente com a manutenção das expectativas inflacionárias dentro das metas previstas para os próximos anos e com o arrefecimento gradual do mercado de trabalho, disse a entidade em nota.
"Ainda assim, o atual patamar de juros permanece significativamente restritivo, sobretudo para a indústria de transformação, que segue enfrentando dificuldades para sustentar o investimento e recuperar competitividade", afirmou o presidente da Firjan, Luiz Césio Caetano.
A entidade destacou ainda que, mesmo com as incertezas associadas ao ciclo eleitoral, o compromisso com a contenção de gastos é condição para reduzir o risco-país e abrir espaço para juros menores de forma sustentável.
"Sem o pilar da responsabilidade fiscal, não será possível alcançar um patamar de juros capaz de destravar o investimento e devolver à indústria o fôlego necessário para competir no cenário global", aponta o economista-chefe da Firjan, Jonathas Goulart.
(Com Agência Estado)
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