A empresa reitera que, tão logo lhe seja franqueado o acesso aos autos e aos dados que embasam as investigações, prestará todos os esclarecimentos pertinentes de forma transparente e responsável, diz, em nota à imprensa, reafirmando o compromisso com as melhores práticas de governança, integridade corporativa e estrita observância da legislação vigente.
Na quarta-feira, 25, a Polícia Federal prendeu 14 pessoas dentro da Operação Fallax, que tem como objetivo desarticular uma organização criminosa especializada em crimes contra bancos estatais e privados, além de estelionato, lavagem de dinheiro e fraudes bancárias que superam R$ 500 milhões.
A PF suspeita de ligação do grupo com o Comando Vermelho.
O CEO e fundador do Grupo Fictor, Rafael Góis, é um dos investigados e foi alvo de busca e apreensão nesta semana.
(Com Agência Estado)
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