No ranking de principais pressões em janeiro figuraram passagem aérea (3,29%), curso de ensino superior (1,73%), curso de ensino fundamental (1,92%), refeições em bares e restaurantes (0,76%) e taxa de água e esgoto residencial (1,17%). Na direção oposta, houve alívios da tarifa de eletricidade residencial (-1,77%), leite longa vida (-3,05%), protetores para a pele (-2,36%), ovos (-2,48%) e manga (-6,66%).
"Os preços ao consumidor, sazonalmente no início do ano, apresentam maiores elevações no grupo Educação, em razão do início do novo ano letivo. Além disso, houve uma reaceleração nos preços dos alimentos, contribuindo para o avanço do IPC em relação a dezembro", justificou Matheus Dias, economista do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.
Em relação ao mês anterior, cinco das oito classes de despesa registraram taxas de variação mais elevadas: Vestuário (de -1,30% em dezembro para 0,87% em janeiro), Alimentação (de -0,19% para 0,50%), Transportes (de 0,23% para 0,40%), Despesas Diversas (de 0,00% para 0,11%) e Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,16% para 0,22%).
As taxas foram mais baixas nos grupos Educação, Leitura e Recreação (de 1,86% para 1,27%), Habitação (de 0,28% para 0,08%) e Comunicação (de 0,10% para 0,00%).
(Com Agência Estado)
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