Por outro lado, 41% acreditam estar "difícil" arranjar um emprego, menor índice registrado neste ano. Em maio, o indicador apontava 41,9%.
Já 1,9% dos trabalhadores descreveram como "muito fácil", ante 2,2% em maio, e 22,6% avaliam que está "normal", ante 23,3% em maio. Uma fatia de 9,1% creem estar "muito difícil" conseguir emprego, menor valor do ano, ante 9,3% em maio.
Quanto às expectativas futuras, uma parcela de 28,7% estima que o mercado de trabalho estará melhor em seis meses. É o menor percentual deste indicar neste ano, que em maio apontava 28,9%.
Outros 34,5% acreditam que a situação no mercado de trabalho brasileiro estará igual nos próximos seis meses. A fatia é a maior do ano, que em maio marcou 33,3%. Além disso, 0,9% dos entrevistados espera que o mercado fique "muito melhor" em seis meses. No mês passado, o índice era de 0,7%. Uma parcela de 32,7% espera que o mercado fique "pior", ante 33,6% antes, e 3,1% espera que fique "muito pior", menor fatia registrada neste ano, que marcou 3,5% em maio.
(Com Agência Estado)
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