De acordo com o comunicado, a investigação "uma tentativa sem precedentes de usar ataques de natureza judicial para minar essa independência". O documento é assinado pelos três últimos presidentes do Fed - Janet Yellen, Ben Bernanke e Alan Greenspan - além de outros ex-dirigentes da política econômica federal.
O texto compara a situação nos Estados Unidos a práticas mais comuns em países emergentes, afirmando que "é assim que a política monetária é conduzida em mercados emergentes com instituições fracas". Segundo o comunicado, esse tipo de interferência tem "consequências altamente negativas para a inflação e para o funcionamento mais amplo de suas economias".
Ainda de acordo com a nota, esse tipo de conduta "não tem lugar nos Estados Unidos", cuja principal força, segundo os signatários, é o respeito às instituições. O comunicado destaca que "o Estado de Direito está na base de nosso sucesso econômico" e que a independência do banco central é parte essencial desse arcabouço institucional.
Os ex-presidentes do Fed alertam que ataques à autonomia da autoridade monetária podem afetar não apenas a condução da política de juros, mas também a credibilidade econômica do país, com impactos potenciais sobre decisões de investimento, inflação e crescimento.
*Com informações da Associated Press
(Com Agência Estado)
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