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Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2026, 18h:10 - A | A

DESEJOU MATÁ-LO

HNT TV: Viúvo da chacina de Sorriso diz não estar pronto para ver assassino: "não sei o que faria"

Quase três anos após o crime, pai e viúvo revela dificuldade em perdoar pedreiro que dizimou sua família

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

O ex-caminhoneiro Regivaldo Cardoso disse ao HNT TV Entrevista que não se sente pronto para ficar frente a frente com o pedreiro, Gilberto Rodrigues dos Anjos, condenado pelas mortes da sua esposa e três filhas no crime que ficou conhecido como a 'chacina de Sorriso'. Gilberto foi sentenciado a 225 anos de prisão, no entanto, a dor do luto ainda acompanha Regivaldo que precisou se reinventar para seguir. Ele admitiu ter sentido vontade de se vingar, matando o pedreiro, mas lembrou da família e escolheu esperar a decisão da Justiça.

"Sinceramente, Camila, eu não sei o que eu faria se eu me aproximasse dele hoje, se eu tivesse essa oportunidade de estar de frente com ele. Não sei qual que seria a minha reação, ainda não sei. Prefiro não encontrar, para não fazer nada de errado, porque, às vezes, a gente vai deixar a emoção falar mais alto", falou Regivaldo Cardoso ao podcast

Não sei o que eu faria se eu me aproximasse dele hoje

Cleci Calvi Cardoso, 46 anos; Miliane Calvi Cardoso, 19 anos; Manuela Calvi Cardoso, 12 anos e Melissa Gabriela Cardoso, de 10 anos foram assassinadas, na casa da família na manhã de 27 de novembro de 2023. Regivaldo estava em viagem, trabalhando, e ao retornar para Sorriso (397 km de Cuiabá) se deparou com o imenso da morte. O caso assombrou até mesmo a polícia. O delegado Bruno França, responsável pelo inquérito, relatou ao programa Investigação Criminal que "nunca havia visto algo igual".

Reprodução

familia calvi cardoso

Regivaldo Cardoso com a esposa Cleci Calvi e filhas, todas foram assassinatas na chacina de Sorriso.

Além de desejar matar o pedreiro, Regivaldo pensou em acabar com a própria vida. Para suportar o luto ele se apegou a fé e recorreu ao acompanhamento psicológico. No entanto, mesmo em 2026, quando o caso completa três ainda é difícil pensar em perdão.

"Eu acho difícil. Uma conversa, um encontro, é difícil. Por mais que eu seja cristão, eu tive vontade, sim, de matar ele, quem que não tem", concluiu.

VEJA VÍDEO

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