Em testemunho ao Senado americano, Bessent disse que o governo Trump acompanhará o cumprimento do compromisso da Boeing com a China durante a visita do presidente Xi Jinping aos EUA no final do ano. Também "vamos ver se a China se compromete a fazer compras maiores da Boeing", enfatizou. Pequim concordou em encomendar 200 jatos da Boeing durante a visita de Trump ao país no começo de maio.
O secretário ainda comentou que está focado no legado de "preços predatórios" chineses em minerais e que espera que a potência asiática abra seus mercados cada vez mais.
Segundo ele, os EUA têm todos os elementos para uma economia muito forte e que a redução de impostos corporativos aumenta a capacidade de produção. "A redução do imposto corporativo não é um presente", acrescentou.
(Com Agência Estado)
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