Segundo Durigan, a equipe econômica está levantando quais mudanças ocorreram nas listas de exceções e como isso altera a demanda de empresas e cadeias produtivas. A análise, explicou, inclui tanto segmentos que estavam fora das medidas e passaram a ser atingidos pelo "tarifaço" quanto setores que entraram em exceções e, por isso, podem deixar de demandar ajuda adicional do governo.
O ministro disse que qualquer resposta será construída "com muita cautela", diante das preocupações do mercado com o momento pré-eleitoral e com iniciativas que possam elevar despesas públicas.
"O objetivo é preservar a trajetória fiscal e manter o cumprimento das metas, assegurando um bom resultado macroeconômico para o País, ainda que alguns setores específicos necessitem de atenção", disse.
(Com Agência Estado)
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