Em seu release de resultados, a empresa explica que o aumento em relação ao ano anterior foi impulsionado principalmente por um forte desempenho operacional e por despesas financeiras líquidas menores, fatores que foram parcialmente compensados por impostos mais elevados no período.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado somou R$ 1,514 bilhão entre abril e junho, um avanço de 30,3% ante o registrado um ano antes.
A receita líquida da fabricante cresceu 10,4% na mesma base de comparação, para R$ 11,335 bilhões, recorde histórico para o segundo trimestre. A empresa destaca que as unidades de negócios tiveram um sólido desempenho ao longo do trimestre: a receita de Defesa & Segurança foi 22% maior quando comparada ao segundo trimestre de 2025; a Aviação Executiva subiu 19%; e Serviços & Suporte, 11%. Entretanto, a Aviação Comercial ficou ligeiramente abaixo, com recuo de 2% em comparação com o igual período do ano anterior.
A Embraer encerrou o trimestre com a entrega de 65 aeronaves, sendo 20 jatos comerciais (10 E2s e 10 E1s) e 45 jatos executivos (24 pequenos e 21 médios), um aumento de 7% em comparação com as 61 entregues em igual etapa de 2025. Não houve entregas no segmento de defesa durante o trimestre. O número de entregas para a Aviação Comercial foi 5% maior, e para a Aviação Executiva, 18% maior ante um ano antes.
A carteira de pedidos da companhia atingiu US$ 34,5 bilhões no segundo trimestre, o maior nível da história. Em comparação com o mesmo intervalo do ano passado, a carteira de pedidos da companhia aumentou 16%. A carteira de pedidos para Defesa & Segurança aumentou 42%; Aviação Comercial subiu 15%; Serviços & Suporte, 12%; e Aviação Executiva, 5%.
(Com Agência Estado)
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