"É o tempo ainda de pelo menos dois ou três Estados, que recebi informação que ainda estariam titubeando, que estariam com posição difícil de aderir. Eu ainda aguardo que eles adiram para que todo mundo participe", disse Durigan, a jornalistas na portaria do Ministério da Fazenda, em Brasília.
A proposta do governo é que a subvenção seja válida por dois meses, entre abril e maio, com um custo total de R$ 3 bilhões.
A União pagaria por metade dos custos, e os Estados pela outra metade. O objetivo é evitar o desabastecimento de diesel no País, já que os preços domésticos estão abaixo dos praticados internacionalmente.
O ministro lembrou que o lançamento da subvenção não depende de unanimidade dos Estados, embora o objetivo da Fazenda seja a adesão de todos os governadores. "Eu gostaria que tivesse unanimidade para que a gente fizesse o quanto antes, sem qualquer tipo de ruído ou de questionamento. Mas ainda que busquemos unanimidade, a gente não precisa de unanimidade", disse.
Ele acrescentou que tem havido, pelos governadores, a compreensão de que essa subvenção é uma medida limitada e temporária, que responde aos impactos dos conflitos no Oriente Médio sobre os preços de combustíveis.
(Com Agência Estado)
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