"Não podemos, a pretexto de fortalecer institucionalmente o Banco Central, criar uma série de distorções, seja na contabilidade pública, seja do ponto de vista de auditabilidade das regras do Banco Central, seja do ponto de vista de discussão orçamentária, discussão de pessoal", afirmou Durigan.
Segundo ele, a instituição tem problema de outras agências reguladoras como falta de servidores e de orçamento. Inclusive, afirmou que o problema do Banco Master nasceu por falta de supervisão do BC.
"É preciso fortalecer, sim, a instituição do Banco Central, como é preciso fortalecer a IBGE, a Susep e as outras agências, sem que a gente tenha uma espécie de novo poder da República, que pode mandar projeto de lei, que não se submete a auditoria da CGU", completou, ao referir-se à Controladoria-Geral da União.
Por fim, Durigan disse que quem deve responder pelo combate ao crime organizado é o Brasil e que o governo não vai pedir socorro a outro país.
(Com Agência Estado)
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