Sexta-feira, 11 de Setembro de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Economia Sexta-feira, 11 de Setembro de 2026, 13:30 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Sexta-feira, 11 de Setembro de 2026, 13h:30 - A | A

Durigan defende fortalecimento do arcabouço fiscal e exime governo das exceções aplicadas

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta sexta-feira, 11, a necessidade de aprimoramento e fortalecimento do arcabouço fiscal. A afirmação foi realizada durante entrevista à Band News FM na qual ele concedeu como coordenador da área econômica da campanha do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

"Como? Vamos aprender com a nossa história. O arcabouço mantém a regra que dá sustentabilidade no tempo: eu tenho mais receita do que despesa sempre, e foi isso que aconteceu, mas com muitas exceções. Não é verdade que as exceções que foram colocadas, elas foram ou trazidas pelo Congresso Nacional ou pelo Supremo (Tribunal Federal) e eu sempre fui contra as exceções do arcabouço", disse Durigan.

Como exemplo, ele citou o tarifaço dos Estados Unidos para o Brasil, determinada pelo presidente norte-americano, Donald Trump.

"Quando tem a tarifa do Trump, que não era previsível e não tinha um recurso para ajudar empresas que iam ser injustamente afetadas, o Congresso aprovou junto com a lei de reciprocidade um espaço adicional", lembrou o ministro da Fazenda.

De acordo com Durigan, "é óbvio" que, do ponto de vista das planilhas, não é o ideal.

O arcabouço fiscal, continuou o ministro na entrevista, é uma regra que precisa ser constantemente aprimorada e gerar os seus efeitos. "O que nós temos que fazer é melhorar o fiscal".

Segundo ele, não há outro caminho para País, a não ser recuperar o selo de grau de investimento.

Durigan afirmou que durante o governo Lula 3 as agências de risco concederam boas notas ao Brasil, diferente do que ocorreu com o governo anterior. "Não é verdade dizer que governo de direita - ou de extrema direita, no nosso caso - é responsável fiscal. Por que não? Eles deram calote em precatório, deram calote em governador, aprovaram um monte de despesa sem receita", citou.

(Com Agência Estado)

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão. 

 

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros