Os juros futuros adotam viés de baixa após desaceleração do IPCA 2026 no Focus e do sinal na semana passada do secretário-executivo da Fazenda, Rogério Ceron, garantindo que o Tesouro está "pronto para atuar no mercado se necessário". A curva também se ajusta ao recuo dos rendimentos dos Treasuries, após o payroll dos EUA de junho abaixo do esperado e da redução das apostas de alta dos juros pelo Federal Reserve em setembro.
A projeção do IPCA de 2026 caiu de 5,33% para 5,30%; para 2027, subiu de 4,17% para 4,18%; 2028 permaneceu em 3,70% e 2029 seguiu em 3,50%, segundo o boletim Focus. As estimativas seguem acima das projeções do Banco Central para 2026 (5,2%), 2027 (3,7%) e 2028 (3,1%).
A inflação anual ao consumidor da OCDE acelerou de 4,4% em abril para 4,6% em maio, impulsionada pela alta dos preços de energia. A inflação de energia avançou de 13,2% para 15,8%, com aceleração em 26 dos 37 países analisados.
Após desvios superiores a R$ 1,5 bilhão em ataques a instituições financeiras nos últimos 12 meses, o Banco Central prepara sanções para restringir o acesso ao Pix de bancos e fintechs com falhas de cibersegurança, segundo o jornal O Globo.
Na Rússia, o Kremlin informou que os presidentes Vladimir Putin e dos EUA, Donald Trump, concordaram em manter novos contatos em breve, após relatos de uma possível conversa entre os líderes depois da reunião de Trump com o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, à margem da cúpula da Otan.
(Com Agência Estado)
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