O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) avançou 0,06% em julho, após alta de 0,41% em junho, informou o IBGE. O resultado ficou abaixo do piso das estimativas da pesquisa Projeções Broadcast, que variavam de 0,17% a 0,28%, com mediana de 0,21%. O dado reforça a percepção de desaceleração da inflação e tende a fortalecer as apostas de redução da Selic na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) na próxima semana.
Antes da divulgação do indicador, o Banco Central informou que o déficit em transações correntes somou US$ 2,3 bilhões em junho, em linha com as expectativas do mercado, enquanto o Investimento Direto no País (IDP) alcançou US$ 9,1 bilhões, acima das projeções.
O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis moedas fortes, avança levemente nesta manhã, enquanto os rendimentos dos Treasuries recuam pela terceira sessão consecutiva. O petróleo amplia as perdas iniciadas no fim da semana passada, com o Brent recuando em torno de 2% e permanecendo abaixo de US$ 85 por barril, em meio aos desdobramentos do conflito no Oriente Médio.
Entre os indicadores já divulgados nesta manhã, a Fundação Getulio Vargas informou que o Índice de Confiança da Construção avançou 0,8 ponto em julho, para 92,5 pontos, enquanto o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) desacelerou para alta de 0,62%, após avanço de 0,85% em junho.
Na segunda, 27, o dólar à vista encerrou o pregão em alta de 0,62%, cotado a R$ 5,1122. Apesar da valorização da moeda americana na sessão, o dólar ainda acumulava recuo de 0,98% em julho até essa segunda-feira e de 6,86% em 2026.
(Com Agência Estado)
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