Na prática, déficits maiores empurram a dívida para cima, e o aumento da dívida eleva a conta de juros. Quando o endividamento avança mais rápido do que a arrecadação, o espaço fiscal se estreita, mesmo sem a adoção formal de medidas de ajuste.
Na semana passada, a Fitch Ratings alertou que a nota de crédito dos Estados Unidos está sob pressão diante de um "déficit em expansão", que mantém o endividamento do país "muito acima" do observado em outras economias com classificação AA.
A agência rebaixou os EUA em agosto de 2023 para AA+, citando o impasse recorrente em torno do teto da dívida. No relatório mais recente, a Fitch também apontou a piora das contas públicas associada aos cortes de impostos previstos no One Big Beautiful Bill Act.
(Com Agência Estado)
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