"O mercado de trabalho veio um pouco melhor do que eu esperava nos últimos meses", comentou na entrevista. "Há alguns sinais de ainda mais firmeza na inflação de bens. E então essas duas coisas combinadas me fariam desfazer o que fiz em dezembro".
No gráfico de pontos trimestral do Fed no fim do ano, Miran havia projetado que as taxas caíssem para abaixo de 2,25% até o final de 2026; agora ele prefere retornar à posição menos agressiva que manteve em setembro, o que colocaria as taxas abaixo de 2,75% em dezembro deste ano.
A nova posição, que implica um corte total de um ponto porcentual, ainda o deixa entre os oficiais mais dovish do Fed, contrastando fortemente com a projeção mediana dos oficiais de que o BC deve cortar as taxas em apenas um quarto de ponto este ano.
Anteriormente, o diretor havia alertado que a falha em cortar profundamente os juros poderia prejudicar a economia e rejeitou preocupações sobre a inflação de bens.
Na entrevista, Miran não comentou sobre como planeja votar na próxima reunião do Fed em março, onde os traders esperam amplamente que o BC norte-americano mantenha as taxas estáveis, estendendo a pausa decidida no mês passado. Fonte: Dow Jones Newswires.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
(Com Agência Estado)
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