O índice ficou em 103,0 pontos, na zona de satisfação, acima de 100 pontos. O resultado representa o maior nível desde julho de 2025. Na comparação com janeiro de 2025, o Icec teve redução de 3,8%.
Na passagem de dezembro para janeiro, o componente de avaliação das condições atuais subiu 1,9%, com altas nos itens economia (4,3%), empresa (0,7%) e setor (1,7%).
O componente das expectativas subiu 0,4%, com elevações nos quesitos economia (1,0%) e setor (0,4%), mas redução em empresa (-0,1%). O componente das intenções de investimentos teve elevação de 0,9%, com altas nos itens investimentos na empresa (0,6%), contratação de funcionários (1,8%) e estoques (0,1%).
"O cenário de pleno emprego e a inflação menor do que o esperado são dois bons sinais da economia. No entanto, para que a população tenha poder de compra de bens duráveis e semiduráveis, ela precisa de acesso saudável ao crédito para desfrutar do parcelamento. Nestes setores do comércio, mesmo com a recente queda do dólar, dependemos de uma taxa Selic mais amena e de juros menos agressivos", ponderou o economista-chefe da CNC, Fabio Bentes, em nota.
(Com Agência Estado)
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