Segundo a economista do Ibre Ana Maria Castelo, o resultado reflete um pessimismo ainda moderado por parte das empresas. "A estabilidade do ICST registrada em maio resultou de movimentos opostos dos seus componentes: foi o indicador de expectativas relacionadas à tendência dos negócios que sofreu novo revés. Intersetorialmente, também houve movimentos distintos, sendo que as empresas de Edificações apontaram deterioração mais expressiva em relação às perspectivas para os próximos meses", detalhou ela.
Entre os vetores que contribuíram para a queda, ela ainda destaca que as empresas mencionaram a falta de trabalhadores e o aumento de custos. "Pelo segundo mês, cresceram as assinalações no quesito custo da matéria-prima como fator limitante à expansão da atividade. Um cenário que não deve ter alívio em um horizonte próximo", pontuou.
Houve, também segundo a FGV, recuo de 0,4 pp no Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) da construção no mês, a 77,4%.
(Com Agência Estado)
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