Segundo a entidade da indústria, o acordo deve fortalecer o comércio, atrair investimentos e ampliar as oportunidades entre os blocos.
"A aprovação do acordo é um passo decisivo e cria as condições políticas necessárias para avançarmos rumo à assinatura. Esperamos que esse processo seja concluído o quanto antes, para que possamos transformar esse avanço institucional em oportunidades concretas de comércio, investimentos e aumento da competitividade do país", comentou o presidente da CNI, Ricardo Alban.
Conforme a CNI, o acordo deve ampliar a previsibilidade regulatória, reduzir barreiras tarifárias e facilitar tanto o comércio quanto os investimentos. A entidade prevê um ambiente mais estável, o que deve favorecer a competitividade das empresas, o comércio intrafirma e a redução de custos operacionais nas cadeias globais de valor.
A CNI cita ainda condições mais favoráveis para a internacionalização de empresas brasileiras e a atração de investimentos estrangeiros diretos. "O acordo é um marco na estratégia de inserção internacional do Brasil com impacto no redesenho dos fluxos de comércio e investimentos mundiais", ressaltou Alban.
(Com Agência Estado)
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