Segundo as empresas, o farelo é originado de fazendas que adotam práticas sustentáveis voltadas à melhoria da saúde do solo, da biodiversidade e ao aumento dos estoques de carbono.
A transação integra a estratégia da Bunge de conectar a produção sustentável de grãos à demanda de clientes que buscam reduzir emissões e ampliar a rastreabilidade de suas cadeias de suprimentos.
A parceria inclui o monitoramento da pegada de carbono do produto por meio de uma plataforma blockchain, que consolida informações desde a fazenda até o destino final. De acordo com a Bunge, a pegada de carbono do farelo fornecido é estimada entre 40% e 70% menor do que a média brasileira, considerando metodologias de mercado como EcoInvent, GFLI e AgriFootprint.
O indicador adotado é auditado por terceira parte e utiliza dados primários coletados nas fazendas participantes do Programa de Agricultura Regenerativa da companhia.
Além do fornecimento do farelo, o acordo prevê um projeto piloto com o uso do fertilizante orgânico Solobom, produzido a partir de esterco de galinhas poedeiras da Mantiqueira Brasil.
Testes preliminares foram realizados em áreas de milho safrinha, com a aplicação de cerca de 100 toneladas do produto, e novos ensaios estão previstos para outras culturas.
(Com Agência Estado)
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