No último levantamento, de 27 de julho, os que consideravam a economia ruim ou péssima eram 49%, enquanto 18% avaliavam a economia como ótima ou boa. Em 13 de julho, eram 53% (ruim/péssima) contra 15% (ótima/boa).
Ao comparar o cenário econômico atual com o governo anterior, 39% dizem que a economia está melhor no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) do que na gestão Jair Bolsonaro (PL), enquanto 46% avaliam que está pior. Para 13%, a situação econômica em relação ao governo anterior está igual.
O instituto perguntou sobre a situação financeira pessoal, e relação à gestão Jair Bolsonaro. Para 47%, a situação pessoal melhorou, para 31% piorou e para 20% continua igual.
Sobre as expectativas para os próximos seis meses, 40% dos entrevistados avaliam que a economia do País deve melhorar "um pouco" ou "muito", um aumento em relação ao porcentual de 34% registrado no levantamento anterior. Já os que avaliam que a economia deve piorar são 29%. Em 27 de julho, eram 32%. Os que acham que a economia vai "ficar igual" são 25% contra 29% da pesquisa anterior, e 6% não souberam ou não responderam.
Sobre a situação financeira pessoal dos entrevistados para os próximos seis meses, 49% dizem que deve "melhorar muito ou um pouco" e 13% afirmam que deve "piorar um pouco ou muito". Já 32% avaliam que a situação financeira pessoal deve continuar igual.
O levantamento também mostra que a segurança pública segue como o principal problema do País para 30% dos eleitores. Em seguida, aparecem saúde pública (23%), corrupção (19%), classe política (17%) e educação (15%). Desemprego, falta de trabalho, inflação e desigualdade social foram apontados por 10% dos entrevistados. O baixo crescimento da economia por 9% e o aumentos dos impostos por 6%.
Bolsa Família
Nas projeções de segundo turno, 61% dos beneficiários do Bolsa Família afirmam votar em Lula e 28% em Flávio Bolsonaro. Na pesquisa anterior, de 27 de julho, eram 75% em Lula e 20% em Flávio Bolsonaro. Dentre os não beneficiários do Bolsa Família, 47% declararam voto em Flávio Bolsonaro no 2º turno e 43% em Lula.
De acordo com a pesquisa, 74% afirmaram que têm muito ou interesse razoável nas eleições gerais deste ano, enquanto 13% afirmaram ter pouco interesse e 10% nenhum interesse.
Entre os que escolheram um candidato no 1º turno, 75% afirmam que têm certeza na decisão do voto e não pretendem mudar; 23% afirmam que podem mudar.
A Nexus ouviu 2.002 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 31 de julho e 2 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-02874/2026.
(Com Agência Estado)
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