Segundo a ata, o único voto dissidente foi de Huw Pill, economista-chefe da instituição, que defendeu um aumento de 0,25 ponto porcentual, para 4%.
O comunicado destacou que condições financeiras mais restritivas devem ajudar a reduzir a inflação, mas ressaltou que o banco central permanece pronto para agir conforme necessário para trazer o índice de preços de volta à meta.
A autoridade monetária também apresentou três cenários para os impactos do conflito no Oriente Médio sobre a economia britânica, refletindo a elevada incerteza no ambiente global. Embora pressões inflacionárias tenham aumentado com a escalada geopolítica, o BoE avaliou que o enfraquecimento da atividade econômica pode contribuir para conter parte dessas pressões.
Em linha com a postura da véspera do Federal Reserve (Fed), o BoE optou por aguardar mais evidências sobre a trajetória da inflação antes de ajustar os juros, mas deixou claro que o balanço de riscos segue inclinado para um aperto adicional, caso as pressões de preços persistam.
(Com Agência Estado)
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