A Sefer foi alvo da segunda fase da operação Compliance Zero, da Polícia Federal, que investiga as fraudes relacionadas ao Master.
Como mostrou o Estadão/Broadcast, a suspeita é que o dono da instituição, Benjamin Botelho de Almeida, tenha atuado como operador financeiro do dono do Master, Daniel Vorcaro, e agido como espécie de "cérebro" por trás da complexa teia de fundos de investimentos e de compra e venda de títulos podres.
O BC determinou a indisponibilidade dos bens de Botelho nesta sexta-feira, como parte do processo de liquidação. Quatro empresas que aparecem como controladoras da Sefer também ficaram com bens indisponíveis: Sefer Participações em Instituições Financeiras Ltda., Seferpar Participações e Investimentos S.A., Brazilpar Investments LLC e Lyon Investments LLC.
Outros 12 administradores e ex-administradores também tiveram a indisponibilidade dos bens decretada: Alan Dain Gandelman, Ana Cristina Guerreiro Bezerra, Antonio José Gonçalves Mota, Beniamino Gaiofatto, Daniel dos Santos Nascimento, Diego Gomes Ferreira, Fernanda Silva Herrera, Fernando Daruj Torres, Jason Cristiano Cardoso Lima, Ricardo Veles, Roberto Eduardo Ferranty Mac Lennan e Talitha Angelo da Silva.
O auditor aposentado do BC Edison Benedito Alexandre foi nomeado liquidante da Sefer. Antes, ele já trabalhou na liquidação da Companhia Hipotecária Brasileira (CHB).
Segundo o BC, a Sefer está enquadrada no S4 da regulação prudencial, com menos de 0,0004% do ativo total do Sistema Financeiro Nacional (SFN) e 0,17% do total de recursos administrados de terceiros.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.







