As vendas da companhia no trimestre somaram 14,03 bilhões de euros, ficando ligeiramente abaixo dos 14,04 bilhões de euros projetados pelo mercado. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) totalizou 1,02 bilhão de euros, enquanto o EBIT (lucro antes de juros e impostos) apresentou prejuízo de 153 milhões de euros no trimestre.
O mercado reagiu ao guidance da empresa para 2026, que se situou abaixo das expectativas iniciais. A Basf projeta para este ano um EBITDA antes de itens especiais entre 6,2 bilhões e 7,0 bilhões de euros e um fluxo de caixa livre entre 1,5 bilhão e 2,3 bilhões de euros.
Em conferência, o CEO da Basf, Markus Kamieth, afirmou que o início do primeiro trimestre de 2026 tem sido desafiador, conforme o esperado, mas que prevê uma recuperação gradual das condições de mercado na segunda metade do ano e em 2027. O executivo destacou que as melhorias nos resultados deverão ser impulsionadas por esforços próprios da companhia e que o foco atual é tornar o site de Ludwigshafen mais enxuto e forte, sem planos para grandes fechamentos de unidades.
Kamieth também demonstrou preocupação com as incertezas geradas pelas tarifas comerciais dos Estados Unidos e afirmou que não espera um relaxamento significativo das tensões geopolíticas no curto prazo. Sobre a unidade de Soluções para Agricultura, o CEO confirmou que a preparação para a abertura de capital (IPO) segue no cronograma para estar pronta em 2027.
O CFO da companhia acrescentou que a Basf pretende reduzir o teto de investimentos de capital (Capex) para 13 bilhões de euros entre 2026 e 2029, buscando maior eficiência. Entre as medidas de otimização de serviços globais, a empresa planeja abrir um hub digital em Hyderabad, na Índia, além de simplificar as áreas de TI, Finanças e Recursos Humanos. A companhia manteve o dividendo de 2,25 euros por ação.
*Com informações da Dow Jones Newswires
(Com Agência Estado)
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