Para entrar no índice, o ativo precisa estar fora do grupo das empresas que representam 85% do valor de mercado de todas as companhias listadas no mercado à vista da B3. Também é necessário estar entre os ativos elegíveis que, nas três carteiras anteriores, somem 99% do índice de negociabilidade, além de ter presença mínima de 95% em pregão nesse período e não ser classificado como penny stock, ações negociadas por menos de R$ 1.
O ativo é excluído se deixar de atender a tais critérios ou se entrar em situação especial de listagem, caso em que a exclusão ocorre ao final do primeiro dia de negociação nesse enquadramento.
Os papéis são ponderados por ações que estão em circulação no mercado, o que, segundo a B3, ajuda a refletir melhor a liquidez disponível e a composição da carteira teórica.
O Índice entra em operação com o ETF XCAP11 da XP atrelado. "Criamos um índice que acompanha as small caps com menos movimentações na carteira durante os rebalanceamentos. Isso traz mais previsibilidade para gestores e investidores e pode facilitar o desenvolvimento de fundos e ETFs ligados ao indicador", pontua o gerente de Produtos na B3, Hênio Scheidt.
(Com Agência Estado)
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