O 5º acolhimento e II Sarau ARQDESIGN dos alunos de Arquitetura e Urbanismo e Design de Interiores do Centro Universitário de Várzea Grande (UNIVAG) ganhou um formato diferente neste semestre. O evento transformou a recepção acadêmica em um evento que mescla formação, cultura e convivência.
A programação, realizada no dia 27 de março, foi dividida em dois momentos. Pela manhã, os estudantes participaram de palestras com profissionais convidados, ampliando o olhar sobre o mercado.
O arquiteto, cenógrafo e diretor de arte Rafael Henrique destacou a conexão entre arquitetura e cinema. “Eu trouxe algo que eu gostaria de ter ouvido quando estava na faculdade, que é essa ligação do cinema com a arquitetura e as possibilidades de atuação, que são maiores do que a gente imagina”, afirmou.
Já a renomada arquiteta Erika Queiroz compartilhou sua trajetória e a proposta de uma arquitetura voltada ao bem-estar. “A minha vida gira em torno de melhorar a vida do outro. É uma arquitetura pensada para as pessoas, para o bem viver”, disse.
Quando a arquitetura vira experiência
À noite, o sarau assumiu um tom mais leve e cultural. O espaço foi ocupado por exposições de trabalhos acadêmicos, apresentações de música ao vivo, concurso fotográfico e intervenções artísticas produzidas pelos próprios alunos. A experiência foi ampliada com a participação do curso de Gastronomia, que ofereceu degustação de pizzas preparadas pelos estudantes.
“Abre a mente, principalmente para quem está começando
Entre os estudantes, a avaliação é de que o sarau aproxima a formação da realidade profissional. No 9º semestre, Matheus Janel Simões destaca a importância da vivência. “Abre a mente, principalmente para quem está começando, e mostra as possibilidades dentro da arquitetura”, afirmou.
A aluna Letícia Salvador Mendonça reforça o impacto das trocas com profissionais convidados. “A gente passa a enxergar a profissão de outra forma. Isso ajuda a decidir qual caminho seguir dentro da área”, disse.
Para a coordenadora do curso, professora mestre Carmelina Suquerê de Moraes, o sarau vai além de um momento de recepção e se consolida como parte da própria formação acadêmica.
“Mais do que acolher, o sarau cria uma experiência que integra diferentes linguagens e aproxima o aluno da essência da arquitetura, que é vivida, sensível e coletiva. Quando unimos arte, prática e troca de experiências, conseguimos despertar no estudante um olhar mais crítico, mais humano e mais conectado com o que ele vai encontrar no mercado e na vida profissional”, afirma.
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