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Cidades Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2026, 10:35 - A | A

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Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2026, 10h:35 - A | A

CAOS NO DUTRINHA

Vídeo: Clássico Mixto e Cuiabá tem briga generalizada e spray de pimenta

Polícia Militar alega risco de morte para justificar uso de força, enquanto público denuncia violência contra famílias

ALINE COÊLHO
DA REDAÇÃO

O confronto entre Mixto e Cuiabá, válido pelo Campeonato Mato-grossense, a noite deste domingo (18) terminou com dispersão por bombas de efeito moral, uso de taser (armas de choque) e spray de pimenta, deixando torcedores e famílias em pânico no Estádio Presidente Dutra "Dutrinha".

De acordo com o registro policial a confusão começou logo após o término da partida, quando a revolta com as decisões da arbitragem transbordou das arquibancadas para as áreas internas do estádio.

A segurança privada solicitou apoio da Polícia Militar quando um grupo de torcedores do Mixto tentou romper o bloqueio para invadir a sala da arbitragem. O objetivo seria agredir os árbitros por um suposto erro que teria prejudicado o alvinegro.

A Polícia Militar relatou que, ao tentar retirar os torcedores, a guarnição foi cercada por um número muito superior de pessoas.

"Foram utilizadas técnicas de defesa pessoal para impedir a aproximação, considerando o alto nível de risco de um dos torcedores tomar a arma dos policiais", cita o registro oficial da PMMT.

A briga tornou-se generalizada, forçando a convocação de diversas unidades de patrulhamento de área, incluindo ROTAM, Força Tática, GAP e diversas guarnições do 1º Batalhão. Para dispersar a multidão, os militares utilizaram granadas lacrimogêneas e spray de pimenta.

Nas redes sociais, no entanto, a narrativa é de truculência. Vídeos postados por torcedores mostram crianças e mulheres tentando fugir do efeito dos gases, com críticas ao que chamam de "uso desproporcional da força" em um ambiente frequentado por famílias.

Apesar da gravidade do tumulto e dos relatos de desacato e agressão contra os policiais, a PM informou que não houve prisões.

Segundo o comando da operação, a prioridade no momento do caos foi garantir a integridade física dos militares e a dispersão rápida do público para evitar uma tragédia maior.

VÍDEO: 





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