Terça-feira, 20 de Janeiro de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Cidades Terça-feira, 20 de Janeiro de 2026, 10:20 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Terça-feira, 20 de Janeiro de 2026, 10h:20 - A | A

CRISE EM VG

Trabalhadores da coleta de lixo anunciam paralisação um dia após início da nova empresa

Sindicato exige garantia de rescisões da Locar após decisão do STJ. Prefeitura, empresas e Sindilimp se reúnem com a Procuradoria para evitar que o lixo volte a acumular nas ruas.

ALINE COÊLHO
DA REDAÇÃO

Os trabalhadores da limpeza urbana em Várzea Grande compartilharam vídeos, na manhã desta terça-feira (20) no qual indicam uma paralisação geral. O movimento ocorre um dia após a prefeita Flávia Moretti (PL) comemorar a  troca da empresa terceirizada. O Consórcio Pantanal assumiu o serviço em substituição à Locar Saneamento Ambiental, amparada por uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). 

O impasse não é operacional, mas trabalhista, desta vez os coletores e motoristas exigem segurança de que receberão seus direitos rescisórios da Locar antes de migrarem para a nova empresa.

De acordo com um representante do Sindicato dos Trabalhadores da Limpeza Urbana de Mato Grosso (Sindilimp-MT), ao HNT, enquanto a disputa judicial entre Prefeitura e Locar ocorria no TJ-MT e no STJ, os contratos de trabalho permaneceram ativos. Mesmo com a contratação temporária da Pantanal em meio à celeuma judicial. 

Agora, com a saída definitiva da Locar, eles precisam ter seus contratos baixados e as verbas rescisórias pagas.

“Enquanto estava neste imbróglio judicial, não tinha como mandar os trabalhadores embora. Agora, diante da decisão do STJ, a empresa deve fazer a rescisão e a nova empresa a contratação de quem for necessário”, explicou um representante sindical ao HNT.

A preocupação dos trabalhadores é que, com a perda do contrato com a prefeitura, a Locar não honre os pagamentos de FGTS, multas e aviso prévio, deixando os funcionários no prejuízo durante a transição para o Consórcio Pantanal.

Para evitar que Várzea Grande sofra com o acúmulo de lixo, uma reunião de emergência ocorre nesta manhã. Advogados das duas empresas, Locar e Pantanal, e do Sindilimp estão reunidos com o Procurador-Geral do Município.

O objetivo é formalizar um acordo onde a prefeitura possa, eventualmente, garantir diretamente o salário e as rescisões dos trabalhadores, assegurando a continuidade do serviço.

Oficialmente, a assessoria da Prefeitura de Várzea Grande informou que desconhece qualquer indicativo formal de greve e que a operação da nova empresa segue o cronograma estabelecido.

No entanto, os vídeos compartilhados pelos trabalhadores mostram caminhões parados e clima de mobilização nas garagens.

VEJA VÍDEO

 

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros