Sexta-feira, 29 de Maio de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Cidades Sexta-feira, 29 de Maio de 2026, 20:05 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Sexta-feira, 29 de Maio de 2026, 20h:05 - A | A

CONTRA MISOGINIA

Protesto na UFMT cobra expulsão de investigados por lista redpill além de novas medidas de segurança

Nova manifestação reuniu estudantes, professores e servidores, que defendem punição aos responsáveis e mais segurança para as mulheres no ambiente acadêmico

GABRIEL BARBOSA
Da Redação

Estudantes, professores, servidores e integrantes de movimentos sociais participaram nesta sexta-feira (29) de uma nova mobilização no Campus Cuiabá da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O ato teve como principal reivindicação a adoção de medidas mais rígidas contra os estudantes investigados pela criação e divulgação de uma lista que classificava colegas mulheres de forma ofensiva e associava seus nomes à violência sexual.

A concentração ocorreu nas proximidades do Restaurante Universitário (RU) e reuniu membros da comunidade acadêmica em uma caminhada pelas dependências da instituição. Durante o percurso, manifestantes carregaram cartazes com mensagens de combate à misoginia, ao assédio e à violência de gênero, além de defenderem um ambiente universitário mais seguro para as mulheres.

O protesto acontece semanas após a divulgação de mensagens atribuídas a estudantes da universidade. O conteúdo, amplamente compartilhado entre alunos, gerou forte repercussão dentro e fora da UFMT e motivou a abertura de procedimentos administrativos para apuração dos fatos.

Entre as principais demandas apresentadas pelos manifestantes estão a expulsão dos envolvidos, maior rigor na apuração dos casos e o fortalecimento das políticas institucionais de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres dentro do ambiente acadêmico.

Representantes de coletivos estudantis afirmaram que a mobilização busca ampliar o debate sobre a violência de gênero e chamar atenção para situações que, segundo eles, não podem ser tratadas como episódios isolados. Os participantes também defenderam a criação de mecanismos mais eficazes de acolhimento às vítimas e de combate a práticas discriminatórias dentro da universidade.

A administração da UFMT manifestou apoio à mobilização e reiterou, por meio de posicionamentos oficiais divulgados nos últimos dias, o compromisso com a promoção de um ambiente acadêmico pautado pelo respeito, pela inclusão e pela proteção dos direitos humanos.

O caso segue sob análise institucional. Enquanto os procedimentos administrativos avançam, estudantes e entidades ligadas ao movimento universitário afirmam que continuarão acompanhando os desdobramentos e cobrando respostas da universidade.

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros