Cidades Quarta-feira, 28 de Dezembro de 2011, 12:30 - A | A

Quarta-feira, 28 de Dezembro de 2011, 12h:30 - A | A

INVESTIGAÇÃO

Polícia Civil anuncia prisão, em Cuiabá, de um dos maiores ladrões de caixas eletrônicos do país

Evandro Fernando Dias, de 22 anos, tem quatros passagens pela Polícia e um mandado de prisão em aberto no estado da Bahia

Divulgação

“Prendemos um dos maiores ladrões a caixas eletrônicos do país”. Com esta afirmação a delegada Elaine Fernandes, da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos, apresentou nesta quarta (28) o suspeito Evandro Fernando França Dias, 22 anos, conhecido como “Vandinho”, preso na noite de terça-feira (27) e que também é investigado pela Polícia dos estados do Pará, Bahia e Paraíba.

Evandro Dias foi preso nas imediações de sua casa, localizada no bairro José Pinto, na Rua Rondonópolis, próximo ao Cidade Alta em Cuiabá. Na residência foi encontrado uma moto Yamaha Factor de cor preta, que era utilizada supostamente em ações criminosas.

A operação deflagrada pela Polícia Civil faz parte da investigação que ainda está em curso pelo Grupo de Combate ao Crime Organizado (GCCO) para desarticular grupos ligados ao crime de roubo a banco e arrombamentos a caixas eletrônicos.

A delegada não revelou números de quantos caixas foram roubados por Evandro Dias e quantos integrantes fazem parte do grupo. Sabe-se que ele tem duas passagens por furto e duas por roubo. O suspeito teve envolvimento no grande roubo ocorrido ao Edifício Milão em 2009.

O comparsa de Evandro, Hernandes Roni dos Santos, vulgo “Bocão”, também foi preso na operação pelo mesmo crime.

"Eles são suspeitos de praticar esses atos ilícitos”, disse a delegada Elaine Fernandes, sobre os dois presos.

Evandro Dias também está com mandado de prisão em aberto pelo estado da Bahia, onde também responde pelo crime de roubo. A Polícia Civil de Mato Grosso deve cumprir a ordem judicial expedida pela justiça da Bahia e estuda a possível transferência do preso para aquele estado. Ele também é investigado no estados do Pará e Paraíba.

O delegado Alberto Amorim, da DERF, informou que as investigações começaram há cerca de dois meses e que continuam através do GCCO.

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