Segunda-feira, 20 de Julho de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Cidades Domingo, 19 de Julho de 2026, 15:00 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Domingo, 19 de Julho de 2026, 15h:00 - A | A

VACINAÇÃO INFANTIL

Crianças de 4 anos terão nova dose de reforço contra poliomielite a partir de agosto

Segundo dados do Ministério da Saúde, a cobertura vacinal de 2026 contra a poliomielite ainda está abaixo da meta de 95%

Da redação

Mesmo sem registrar casos de poliomielite há mais de três décadas, a cobertura vacinal contra a doença ainda está abaixo da meta de 95% em 2026. Para ampliar a proteção da população infantil, o Brasil passará a adotar, a partir de agosto, uma segunda dose de reforço contra a pólio para crianças de 4 anos. A medida, anunciada pelo Ministério da Saúde, tem caráter preventivo e busca manter o país livre da circulação do poliovírus e evitar o retorno da doença considerada eliminada no território nacional.

A poliomielite é uma doença infecciosa causada pelo poliovírus, que se multiplica no intestino e é transmitida principalmente pelo contato com fezes contaminadas. Na maioria dos casos, a infecção é leve ou até assintomática. No entanto, em situações mais graves, o vírus pode atingir o sistema nervoso e provocar paralisias musculares, principalmente nos membros.

“Também pode comprometer os músculos respiratórios, causando insuficiência respiratória e, em alguns casos, levando à morte”, explica a infectologista pediátrica do Sabin, Sylvia Freire.

A médica destaca que a dificuldade em atingir as metas de cobertura vacinal pode ter relação com a redução da percepção do risco e a influência da desinformação sobre a segurança das vacinas. Além disso, ela também chama atenção para disparidades regionais e dificuldades de acesso aos serviços de vacinação em determinadas localidades. 

"Deixar de vacinar as crianças é um risco, porque o vírus da poliomielite continua circulando em alguns países. O que mantém a doença sob controle é justamente a vacinação. Quando as coberturas vacinais caem, aumenta o risco de reintrodução do vírus, de surtos e de uma população mais vulnerável ao adoecimento e à transmissão da doença", ressalta. 

As novas diretrizes estabelecem um esquema vacinal composto por três doses iniciais, seguidas de dois reforços, aplicados aos 15 meses e aos 4 anos de idade. Em nota técnica, o Ministério da Saúde também reforça a utilização exclusiva da Vacina Inativada Poliomielite (VIP), adotada no país desde 2024 por apresentar maior segurança no processo de imunização da doença, disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros