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Compliance no mercado de trabalho é tema de live no Dia da Mulher

AMANDA DIVINA
DA REDAÇÃO

A implantação e aplicação do compliance para as mulheres no mercado de trabalho é o tema de uma live de quatro mulheres de diferentes áreas de atuação em Mato Grosso nesta segunda (8) em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. O bate-papo reunirá a advogada Luciana Serafim, Marinez Duarte Morone, a jornalista Michelle Diehl, e a vereadora por Várzea Grande, Rosy Prado. O bate-papo acontecerá às 20h no Instagram.

Reprod/ instagram

compliance

 

Conforme a advogada e presidente da Comissão de Compliance da  Associação Brasileira de Advogados (ABA-MT), Luciana Serafim, durante a transmissão da live será debatido as situações recorrentes que as mulheres sofrem no ambiente de trabalho.

"Vamos debater como funciona a implantação e aplicação do compliance para as mulheres no mercado de trabalho. As dificuldades que as mulheres enfrentam no ambiente de trabalho e como o compliance pode auxiliar nisso", disse ao Hipernotícias.

Luciana pontuou ainda que um dos objetivos da Compliance é o combate à violência contra a mulher, além de assédio sexual, moral e o feminicidio.

A live contará com a partipação da idelizadora do Compliance Político, que também é graduada em Ciências Contábeis, Marinez Duarte Morone; da jornalista Michelle Diehl, que apresenta o programa Passando a Limpo Mulheres, da TV Cidade Verde; e a vereadora por Várzea Grande, Rosy Prado, que atua como presidente da Comissão das Mulheres na Câmara Municipal.

Além de  Coordenadora Regional do Compliance Women Committee, Luciana Serafim também atua como vice-presidente da Comissão de Compliance da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB- MT). Ela ressalta que a principal mensagem no dia das mulheres, é ter sororidade uma com as outras.

A advogada destaca ainda as mulheres devem ser solidárias umas com as outras permanentemente e não somente ao realizar um discurso, e que também devem evitar criar competições entre si.

"A mensagem é a de que tenhamos sororidade; mas a verdadeira, não apenas a do discurso. É importante que não nos vejamos como adversárias, mas sim partícipes de uma longa construção. Tenhamos pela outra mulher empatia e respeito. Sejamos nós as primeiras a estender as mãos para a outra mulher, enxergá-la e a compreendê-la. Nós mulheres temos um papel fundamental na construção de um mundo melhor, pautada nas boas práticas e contra discriminação. Mas a mudança deve começar em cada uma de nós.", pontuou.

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