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Cidades Sexta-feira, 11 de Agosto de 2023, 16:42 - A | A

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Sexta-feira, 11 de Agosto de 2023, 16h:42 - A | A

ENTREVISTA HNT TV

Cantor, compositor e ‘pantaneiro-raiz’, Guapo destaca influência do ritmo ‘chamamé’ em MT

Na entrevista da semana, um dos mais importantes pesquisadores das tradições mato-grossenses contou sobre as referências musicais consolidadas em sua trajetória

AMANDA GARCIA
Da Redação

Premiado como 'Mestre da Cultura Popular' pelo Ministério da Cultura, Milton Pereira de Pinho, popularmente conhecido como ‘Guapo’, destacou, na entrevista da semana do ao HNTTV, a influência do ‘chamamé’, tradicional estilo musical da Argentina, em sua trajetória musical. Autodenominado ‘pantaneiro-raiz’, o músico destacou a importância do estilo argentino na cultura pantaneira.

“O Pantanal, além do rasqueado, é o 'chamamé'. O chamamé é o nosso blues, a gente consegue ver esse estilo só aqui, em Mato Grosso. Além da Argentina, que é seu lugar de origem, nós também o encontramos na Bolívia, no Paraguai, no Uruguai e no Rio Grande do Sul, é um estilo muito comum. Mas, diferente do que falam, chamamé não tem nada a ver com o rasqueado”, disparou.

Nascido em Cáceres (218 km de Cuiabá), Guapo é filho de pai professor e mãe ribeirinha, neto de cururueiro. Ao comentar sobre os ritmos mato-grossenses e suas influências musicais, o músico ainda destacou que, devido à ‘diferença’ cultural de seus pais, ele cresceu consumindo desde música clássica ao melhor do siriri e cururu.

“Eu tive o privilégio de ter tido contato com todo tipo de música. O meu pai comprou uma vitrola e ele ouvia todo o tipo de música, ópera, jazz, blues. A música clássica, a gente tinha que ouvir sentado, não podia abrir a boca. Mas, do lado da minha mãe era exatamente ao contrário, minha mãe me levava nas festas de santo, onde era siriri e cururu o dia inteiro, o pai dela, meu avô, era cururueiro. Eu fui criado nessa mistura, ouvindo várias coisas”, contou.

Além da trajetória musical, Milton Pereira de Pinho é considerado um dos mais importantes pesquisadores das tradições mato-grossenses. Entre suas produções, está o clássico livro “Remedeia Co Que Tem”, em que ele pesquisa toda geologia e antropologia da música mato-grossense de raiz.

CONFIRA A ENTREVISTA NA ÍNTEGRA:

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