Aos 111 anos, José Calazans de Lima, morador de Santo Antônio de Leverger, tem enfrentado uma rotina exaustiva entre o município e Cuiabá para comprovar que está vivo. O aposentado foi registrado como falecido em sistemas oficiais, o que resultou no bloqueio de sua aposentadoria. O caso foi divulgado pelo jornal A Gazeta.
De acordo com a filha, Leidiane da Silva Lima, o pagamento deixou de ser liberado em fevereiro. Ao procurar o banco, a família foi informada de que o idoso constava como morto. A partir daí, começaram as idas à Receita Federal e ao cartório, mas nenhum atestado de óbito foi encontrado.
Um documento da Receita aponta que o CPF do aposentado aparece como cancelado, o que levou à retenção do benefício e ao bloqueio do cartão. A família afirma que já gastou até R$ 400 com deslocamentos para tentar resolver a situação. O valor referente a fevereiro foi liberado posteriormente, mas o impasse continua, e há receio de novo bloqueio nos próximos meses.
Aposentado como trabalhador rural desde a década de 1980, José relata nunca ter enfrentado problemas com o benefício. Com dificuldades de locomoção e visão, ele depende da ajuda da família para comparecer aos órgãos públicos.
Em nota, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) informou que o benefício está regular e ativo, sem registro de cessação por óbito. A Receita Federal declarou que não cancela CPF por falecimento, pois a informação é repassada pelos cartórios, e que, em regra, a situação cadastral passa a constar como “titular falecido”, não como cancelada.
A família segue buscando a regularização do cadastro para evitar novos transtornos. Leia a reportagem completa aqui.
Com informações do jornal A Gazeta.
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