Com a intervenção, a B7A deixou de acumular água ou sedimentos e não exerce mais função de barragem. A empresa afirmou que, conforme previsto na legislação, foram iniciados os monitoramentos exigidos após a conclusão da obra.
Segundo a gerente-geral de Geotecnia da Vale, Angélica Silva, a ausência de estruturas em emergência no município é "um marco importante" e resultado de um trabalho contínuo de segurança. Ela acrescentou que o avanço na Mina de Águas Claras ocorre em paralelo à "abertura gradual do território", com a entrega de novos espaços à sociedade.
No conjunto de ações na Mina de Águas Claras, a Vale também concluiu a descaracterização da barragem 8B e do dique auxiliar da barragem 5. Já as estruturas 7B e 5-MAC estão em fase de desenvolvimento de projeto. As obras na barragem B6 começaram neste ano e têm conclusão prevista para o segundo semestre de 2027.
As intervenções fazem parte do Plano Ambiental de Fechamento de Mina (PAFEM), que define diretrizes para o fechamento seguro das estruturas e a recuperação ambiental da área, considerando a destinação futura.
Em paralelo, a companhia diz avançar no projeto de Uso Futuro da Mina de Águas Claras, com a conversão gradual da área para conservação ambiental e atividades de esporte, lazer, cultura e turismo sustentável. De acordo com a empresa, cerca de 93% dos mais de 1.900 hectares do território são destinados à conservação da biodiversidade.
(Com Agência Estado)
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