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Brasil Sexta-feira, 23 de Outubro de 2026, 13:30 - A | A

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Sexta-feira, 23 de Outubro de 2026, 13h:30 - A | A

Flávio aposta em mudança e Lula explora escândalos no último dia de TV do 2º turno

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O último dia de propaganda eleitoral antes do segundo turno das eleições tem o candidato Flávio Bolsonaro (PL) ao lado de cantores sertanejos e apostando no discurso por mudança. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) menciona os escândalos que envolvem o seu adversário e aposta no medo por cortes em "direitos e conquistas".

Em 5 minutos de programa eleitoral transmitida na TV nesta sexta-feira, 23, Flávio busca não atacar diretamente o adversário e agradece o apoio de seus eleitores. "Um novo Brasil que sabe que o nosso futuro não é o passado", diz o senador, ao apostar no discurso por mudança. Em seguida, ele pede para as pessoas irem votar: "O Brasil vai vencer e agora é hora de força total. Fala com todo mundo, chama sua família, seus amigos, peça voto. Leve gente pra votar com você. O seu voto é secreto, ninguém pode saber em quem você votou", diz.

Já Lula, em seus 5 minutos, inicia seu tempo de TV citando que o senador advogou para o policial militar acusado de matar Ana Clara Gomes Machado, de 5 anos. Em seguida, aparece um trecho do depoimento da mãe da vítima. Além do caso, a propaganda também menciona o envolvimento de Flávio com o caso do Banco Master. A propaganda também menciona a proposta de "tesouraço" do candidato do PL, e afirma que não há sinalização de onde haverá cortes. Além disso, menciona que Flávio defende privatizar a Petrobras, dizendo que isso resultará em combustíveis mais caros.

"Eu acredito no futuro desse país e o Brasil não vai ficar melhor, cortando seus direitos e conquistas, nem desrespeitando as mulheres e muito menos colocando um miliciano para cuidar da segurança", diz o petista. Em seguida, o vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), aparece adotando um discurso contra radicalismos: "Pessoas de esquerda e de direita perceberam que é hora de união contra o risco maior", diz.

(Com Agência Estado)

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