Haddad começou dizendo que São Paulo recebeu recursos do governo federal para o Sistema Único de Saúde (SUS) porque não houve distinção por parte do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O petista afirmou que o Estado fez a tabela SUS paulista e conseguiu incrementar, segundo dados apurados no Tribunal de Contas da União (TCU), 32% com atendimento de cirurgias eletivas - mais de 10 pontos porcentuais abaixo da média nacional, que foi de 48%.
Tarcísio, porém, argumentou que as contas de São Paulo foram equilibradas e, com isso, foi possível criar "muita quantidade de leitos". "São 8.400 leitos abertos desde o início do mandato", disse, citando 14 hospitais inaugurados. O governador mencionou, na sequência, uma série de números que foram considerados "mentirosos" pelo adversário.
Haddad afirmou que o candidato à reeleição devolveu o dinheiro da educação para colocar os aposentados na conta e que 62% da tabela do SUS é constituída de dinheiro federal. "Você nega a participação do governo federal", disse, citando o túnel Santos Guarujá, linha 6 do metrô. "Você tem vergonha de agradecer publicamente e de confessar que fez acordo com (o ministério da) a Fazenda."
(Com Agência Estado)
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