Tarcísio rebateu e disse que os financiamentos ao governo de São Paulo estão travados na Casa Civil e no Ministério da Fazenda. Eles participam de debate na Band.
Haddad então afirmou que o governador optou por não aderir ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) e afirmou que dele deveria responder por improbidade administrativa por isso. Emendou que o governo federal destinou mais a São Paulo do que o governo anterior, do ex-presidente Jair Bolsonaro, que acrescentou não ter negociado nada da dívida do Estado. Tarcísio, em resposta, afirmou que a adesão ao Propag não fazia sentido na época e diminuiria o investimento.
Ao longo do confronto sobre o Propag, o governador chegou a questionar Haddad quais Estados aderiram de primeira ao programa. Haddad respondeu que "todos que quiseram", o que gerou risos na plateia.
Bolsonaro
Quanto à crítica de Haddad ao governo Bolsonaro, Tarcísio disse que o ex-ministro estaria muito focado no ex-presidente. Em resposta, Haddad questionou se Tarcísio teria vergonha de Bolsonaro. O governador, por sua vez, respondeu ser grato ao ex-presidente.
A esfera federal também foi mencionada por Tarcísio. No mesmo bloco, ao voltar a comentar sobre segurança pública, o governador disse que seguirá trabalhando nessa pauta e que escolherá um "secretariado técnico, que vai entregar resultado e não vai ser como um ministério do PT".
(Com Agência Estado)
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