"Quem é ministro, seja do Judiciário, ministro do Poder Executivo, não tem carta branca para fazer o que quer. Tem ministros que devem explicações, terão que dar explicações, e a gente deve debater se precisa fazer alguma mudança de regra", afirmou à CNN.
Samanda ponderou que eventuais alterações precisam ser debatidas com responsabilidade e voltadas à transparência. A senadora eleita também questionou a defesa de impeachment de integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) motivada por divergências políticas.
"Eu vou agora defender o impeachment de ministros do STF porque ele não agrada, de repente, a questões que envolvem meu campo político? Acho que não é esse o debate principal", declarou.
Ao abordar possíveis mudanças, a petista mencionou o tempo de mandato, os critérios de indicação e o currículo dos escolhidos. Também defendeu a redução das desigualdades no acesso à Justiça, argumentando que a capacidade de pagar por um advogado pode influenciar o prazo de resolução de um processo.
(Com Agência Estado)
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