"Se a prefeitura não fizer seu papel, o Estado fica sobrecarregado com a fila. Entre 80% e 90% dos casos que chegam aos hospitais de alta complexidade deveriam ser tratados em uma UPA ou UBS", afirmou durante sabatina promovida pelo Grupo A Tarde, em Salvador.
Jerônimo direcionou as críticas a Feira de Santana, Vitória da Conquista e Salvador, administradas por aliados de ACM Neto (União Brasil), principal adversário do governador na disputa estadual. "Feira de Santana não tem um hospital municipal. Salvador não tem hospital suficiente para atender a população. Eles não fazem e querem cobrar que o Estado faça. O Estado está fazendo e vai continuar fazendo, mas vou estender a mão aos prefeitos", declarou.
(Com Agência Estado)
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