Ao todo, foram expedidos 11 mandados de prisão e 27 de busca e apreensão. Durante a operação, os policiais apreenderam celulares, documentos, joias e outros objetos que podem ter sido furtados das vítimas.
Segundo a investigação, o grupo estudava os imóveis antes de cometer os crimes, escolhia as casas e planejava a entrada para levar objetos de valor. Os suspeitos se dividiam em grupos menores e atuavam de forma coordenada, de acordo com o delegado titular do 42º DP, Alexandre Bento.
Até o momento, a Polícia Civil atribui ao grupo ao menos sete furtos: cinco na capital, um em Americana e outro em Jundiaí.
As prisões foram realizadas principalmente na zona leste de São Paulo, região onde também foi cumprida a maior parte dos mandados de busca e apreensão. Outros dois endereços foram alvo da operação em municípios da Grande São Paulo.
A investigação também apura a possível participação de uma empresa de compra e venda de ouro no esquema. Segundo a polícia, o estabelecimento é suspeito de receber objetos provenientes dos furtos e de financiar as ações do grupo. A eventual responsabilidade da empresa ainda é investigada.
Os presos foram encaminhados ao 42º Distrito Policial e permanecem à disposição da Justiça. Os demais alvos de mandados de prisão são considerados foragidos.
De acordo com a Polícia Civil, as investigações continuam para identificar outros possíveis integrantes e verificar se a quadrilha está relacionada a outros furtos cometidos no Estado.
(Com Agência Estado)
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