O Estadão busca contato com os citados. O espaço está aberto.
Também são alvos da operação Sidiclei da Costa Almeida, apontado como intermediador das tratativas, e Jonathan Renan Vieira e Thiago Marcel Magnabosco, supostos responsáveis pelo pagamento das propinas. Segundo a investigação, os valores pagos aos policiais somam R$ 2,35 milhões.
Segundo a investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, foram identificadas transferências financeiras destinadas à empresa Rivieira Soluções em Tecnologias Ltda. e a terceiros que seriam usados como interpostas pessoas para receber e ocultar os valores pagos a título de propina aos policiais.
Nesta manhã, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços nos Estados de São Paulo, Paraná e Goiás, além de unidades policiais, entre elas a Delegacia de Polícia de Santana de Parnaíba, a Delegacia de Polícia de Embu das Artes e o 2º Distrito Policial de Cotia, todas na Grande São Paulo. A Justiça também determinou o sequestro e o bloqueio de bens dos suspeitos no valor total de até R$ 4 milhões.
A representação descreve ao menos quatro episódios nos quais cargas de aparelhos eletrônicos oriundas de descaminho teriam sido interceptadas por policiais civis e posteriormente liberadas, total ou parcialmente, mediante o pagamento de vantagens indevidas. Segundo a investigação, os valores cobrados correspondiam, em regra, a aproximadamente 70% do valor estimado das mercadorias.
(Com Agência Estado)
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