"Tenho total tranquilidade em afirmar, sem rodeios, que em nossa gestão jamais houve direcionamento de qualquer atuação ou investigação", afirmou. "A Polícia Federal não protege nem persegue. Aqui a gente trabalha com isenção", disse, em um evento de comemoração aos 82 anos da corporação.
A defesa feita por Andrei do trabalho da PF ocorre em meio ao avanço das investigações do Banco Master e também após a própria corporação ter pedido a quebra de sigilo bancário de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente da República.
Andrei também aproveitou seu discurso para elogiar a atuação do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmando que a atuação do órgão foi essencial para o avanço das apurações do Master.
O diretor-geral da PF também elogiou o chefe do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), Ricardo Saadi, em um momento no qual as ações do órgão tem sofrido críticas.
"Seu compromisso com a coisa pública, a seriedade e competência à frente do Coaf são dignas de registro", afirmou dirigindo-se a Saadi, presente no evento.
Na última sexta-feira, 27, o ministro Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes impôs uma série de restrições para o fornecimento de informações e relatórios de inteligência financeira (RIF) pelo Coaf. A decisão ocorre no contexto da exposição de integrantes da Corte e seus familiares em relatórios de inteligência elaborados pelo órgão.
(Com Agência Estado)
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