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Brasil Terça-feira, 27 de Janeiro de 2026, 08:36 - A | A

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Terça-feira, 27 de Janeiro de 2026, 08h:36 - A | A

ABASTECIAM CRIMINOSOS

PF investiga servidores envolvidos com a venda de armas a facções

O grupo mantinha uma estrutura organizada para abastecer criminosos com armamento e munições, utilizando empresas legalmente constituídas

METRÓPOLES

A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta terça-feira (27/1), a segunda fase da Operação Fogo Amigo, para desarticular uma organização criminosa especializada no comércio ilegal de armas e munições no Nordeste. A ação ocorre simultaneamente na Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas.

Ao todo, nove mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos, além de medidas judiciais que incluem o bloqueio de até R$ 10 milhões em bens e valores, a suspensão das atividades de duas lojas de material bélico e o afastamento cautelar de investigados de funções públicas.

A ação reúne cerca de 80 agentes e conta com atuação integrada do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do Ministério Público da Bahia, além do apoio de forças especializadas da Polícia Militar da Bahia e de Pernambuco, do Exército Brasileiro e das corregedorias das corporações envolvidas.

De acordo com as investigações, o grupo mantinha uma estrutura organizada para abastecer criminosos com armamento e munições, utilizando empresas legalmente constituídas como fachada para operações ilegais.

A atuação incluía movimentação financeira para ocultar a origem dos recursos, uso de documentos falsos e desvio de material bélico.

Nesta fase da apuração, a Justiça autorizou, além das buscas, medidas patrimoniais e administrativas para interromper a atividade econômica considerada irregular e preservar recursos que podem ter origem criminosa.

Os investigados devem responder por organização criminosa, comércio ilegal de armas e munições, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. Somadas, as penas previstas podem chegar a 35 anos de prisão.

A Operação Fogo Amigo II é um desdobramento direto da primeira fase da investigação, deflagrada em maio de 2024, quando atingiu agentes de segurança pública, empresários, colecionadores, atiradores e caçadores (CACs) e lojas do setor.

Na ocasião, foram cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão em vários estados.

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