As armas estavam registradas em nome de Mario Frias perante as autoridades competentes, mas foram encontradas em um endereço diferente do que constava nos registros oficiais.
Por isso, a PF vai apurar suspeitas da posse ilegal de arma de fogo. O parlamentar ainda não se manifestou.
O arsenal do deputado incluía quatro pistolas, um revólver, uma carabina e uma espingarda.
Expedidos pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, os mandados estão sendo cumpridos em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Ceará e no Distrito Federal.
Em 2024, Mario Frias destinou R$ 2 milhões em emendas parlamentares ao Instituto Conhecer Brasil (ICB), presidido por Karina da Gama.
A investigação da PF se debruçou sobre contratos celebrados pelo ICB e pela Academia Nacional de Cultura (ANC), também presidida por Karina, com empresas ligadas a doadores de campanha de Frias, ex-assessores parlamentares e ao advogado do deputado. Segundo os investigadores, há suspeitas de que parte desses contratos tenha sido simulada ou fraudulenta.
(Com Agência Estado)
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