A indefinição ocorre em meio a dois palanques presidenciais adversários. O PSD lançou Caiado em uma chapa que tem o presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab, como candidato a vice. Lula, por sua vez, apoia João Campos (PSB), principal adversário de Raquel na corrida pelo governo pernambucano.
"Vão querer me taxar de um lado ou de outro, me rotular, tentar me enquadrar em um lugar ou no outro, dizer que estou em cima do muro, mas não vai ter quem me tire do foco do Estado de Pernambuco", afirmou Raquel durante sabatina da Rádio Jornal, no Recife.
A candidata disse ainda que pediu a Lula que a eleição deste ano não interferisse na relação entre os dois governos. "Eu sou grata ao presidente Lula porque ele poderia simplesmente ter fechado as portas. Eu disse a ele: 'não deixe que o que puder acontecer na eleição de 2026 atrapalhe o que a gente pode fazer junto por Pernambuco'. E ele tem respondido com isso", declarou.
Apesar de exaltar a parceria com Lula, Raquel voltou a evitar declarar seu voto. "Mais importante do que saber qual o voto que eu vou depositar na urna é saber que eu vou trabalhar dia e noite, de maneira honesta, pelo Estado de Pernambuco", afirmou.
(Com Agência Estado)
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