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Brasil Terça-feira, 16 de Junho de 2026, 12:30 - A | A

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Terça-feira, 16 de Junho de 2026, 12h:30 - A | A

Mulher morre após escorregar e cair em gruta no Rio enquanto se preparava para fazer rapel

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

Uma mulher de 59 anos, identificada como Rosemary Suzart Garcia, morreu neste domingo, 14, após cair de uma gruta em Maricá, no Rio de Janeiro, quando fazia uma trilha íngreme enquanto se preparava para descer de rapel.

O Corpo de Bombeiros informou que foi acionado por volta das 10h44 e classificou a ocorrência como salvamento de pessoa após queda em encosta/montanha. O acidente ocorreu na área conhecida como Gruta do Spar.

A Polícia Civil disse que investiga o caso e que realizou perícia no local. O caso foi registrado na 82ª DP (Maricá).

Em nota, a Prefeitura de Maricá diz que a área é privada e está inserida nos limites do Refúgio de Vida Silvestre Municipal de Maricá (REVIS).

"Por se tratar de propriedade particular, a Prefeitura não é responsável pela autorização, fiscalização ou interdição de atividades de rapel realizadas no local. As circunstâncias do acidente serão apuradas pelas autoridades competentes", disse em nota.

Segundo acidente envolvendo esportes radicais

Também no final de semana, uma jovem de 21 anos morreu após cair de uma ponte no interior de São Paulo durante a prática do rope jump. No caso do acidente em Limeira, Maria Eduarda foi lançada pelos profissionais que realizam a atividade no local sem as cordas de proteção.

A Ponte do Esqueleto fica em um ramal ferroviário da antiga Rede Ferroviária Federal que nunca foi ativado, entre os municípios de Limeira e Cordeirópolis, na região central do Estado. Há mais de uma década o local é utilizado para esportes radicais.

Após a tragédia, a Secretaria do Patrimônio da União (SPU) iniciou os preparativos que podem levar à demolição da estrutura. O órgão, vinculado ao Ministério de Gestão e Inovação, fez reunião com suas equipes de São Paulo e Brasília, e setores técnicos da pasta, na manhã desta terça-feira, 16, para discutir o desmonte da estrutura.

Como a implosão é um processo que pode exigir licitação e licenças ambientais, as medidas imediatas serão no sentido de bloquear totalmente os acessos à ponte com estruturas sólidas, mais difíceis de serem removidas.

(Com Agência Estado)

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