Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,61%, a 10.494,21 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,08%, a 24.914,76 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,75%, a 8.447,27 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,15%, a 52.432,56 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,61%, a 19.148,50 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,26%, a 9.022,42 pontos. As cotações são preliminares.
Na Alemanha, o índice ZEW de expectativas econômicas avançou de -10,2 em maio para 10,5 em junho, superando a previsão de analistas, sob esperanças de resolução do conflito Oriente Médio, segundo o Deutsche Bank. O banco alemão avaliou que os mercados se estabilizaram após a forte onda de otimismo gerada pelo acordo anunciado entre EUA e Irã, mas ponderou que ainda há incertezas sobre sua implementação.
A Generali Investments destacou que o foco dos investidores deve migrar para o Federal Reserve (Fed), argumentando que dados de inflação mais firmes tornam difícil sustentar uma perspectiva de corte de juros no curto prazo.
Entre as ações, o UniCredit avançou cerca de 4,3% em Milão, após o governo alemão rejeitar sua proposta para ampliar participação no Commerzbank (+0,3%).
O setor bancário do Stoxx 600 também subiu cerca de 1,6%, favorecido pela melhora do sentimento global e pela queda dos preços da energia. O setor de petróleo caiu 0,3%.
Ainda na ponta negativa, a STMicroelectronics recuou por volta de 4% depois de anunciar planos para captar US$ 1,5 bilhão por meio da emissão de bônus conversíveis.
*Com informações da Dow Jones Newswires
(Com Agência Estado)
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