A medida ocorre na sequência do transbordamento de água e sedimentos que atingiu cursos d'água que alimentam o Rio Paraopeba. O incidente causou assoreamento de córregos e danos à vegetação, segundo o MPF.
Segundo a ação, vistorias técnicas mostraram que o incidente ocorreu em estruturas denominadas sumps - que são um reservatório que serve para controle do fluxo de água. Após chuvas intensas, dois desses tanques transbordaram, gerando um processo erosivo em cascata.
Para o MPF, isso indica que as estruturas não possuíam sistemas de drenagem adequados para situações de chuva forte.
O vazamento em Viga ocorreu menos de 24 horas após incidente similar na Mina de Fábrica, também sob responsabilidade da Vale. Sobre esse incidente, o MPF também ajuizou ação no dia 30 de janeiro. Na ação, foi pedido o bloqueio cautelar de R$ 1 bilhão.
(Com Agência Estado)
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